JOÃO VIU SUBIR DO MAR UMA BESTA – O ANI CRISTO:
O mar é um símbolo apropriado da superfície agitada da humanidade não regenerada (Isaias 57:20 Mas os ímpios são como um mar agitado que não pode acalmar-se, cujas águas revolvem sargaço e lodo.)
E, é exatamente do caldeirão fervente da vida nacional e social, da qual surgiram os grandes movimentos históricos do mundo. Movimentos públicos, movimentos religiosos, as seitas e heresias por exemplo surgem de uma inquietação do ser humano com relação a fé em Deus.
A conexão desse capítulo com o anterior é descrito da seguinte maneira: O dragão frustrado em sua tentativa de destruir o Messias e sua Comunidade, segue para a beira do mar e de lá convoca a besta armá-lo com seu próprio poder.
A BESTA TINHA SETE CABEÇAS E DEZ CHIFRES.
A mesma descrição é dada à besta de cor escarlate em 17.3. O significado desses itens é explicado em 17:9-12. Sobre os chifres havia dez diademas (diadema = o mesmo que uma coroa real).
Aqui o sentido, nós já vimos em um culto passado em (apocalipse 17. 9-12). As sete cabeças são sete montes, sobre os quais a mulher está assentada.
E são também sete reis; cinco já caíram, e um existe; outro ainda não é vindo; e, quando vier, convém que dure um pouco de tempo. (7 anos)
Inicialmente parece que a identificação desses reis seria uma questão simples.
Mas, na verdade, tem ocorrido um debate considerável acerca desse assunto. Aqui podemos entender os cinco que já caíram como sendo cinco impérios que foram inimigos de Israel: Egito, Assíria, Babilônia, Pérsia e Grécia.
Aquele que existe na época que João escreve o apocalipse identificado pode ser como o império Romano.
O outro que ainda não é vindo e quando vier convém que dure um pouco de tempo: Esse cremos que será o poder do anticristo derradeiro, prefigurado em Daniel e claramente anunciado por Paulo em 2Tessalonicenses 2.
Vs, 12 do capitulo 17 diz: E os dez chifres que viste são dez reis, que ainda não receberam o reino, mas receberão poder como reis por uma hora, juntamente com a besta.
Voltando ao Capitulo 13, Vs 3 e 4 agora. E vi uma das suas cabeças como ferida de morte, e a sua chaga mortal foi curada; e toda a terra se maravilhou após a besta.
O cenário histórico do primeiro século dessa passagem aparece de maneira mais impressionante através dessa informação. Em junho de 68, Nero, perseguido pelos emissários do Senado, infligiu sobre si uma ferida, que foi a causa da sua morte.
Seus restos mortais receberam um funeral público e foram mais tarde colocados no mausoléu de Augusto. Todavia, crescia nas províncias orientais do Império um rumor de que ele continuava vivo e estava escondido em algum lugar. Embusteiros, que afirmavam ser Nero, surgiram em 69 e 79 e mesmo em 88 ou 89. A lenda da sobrevivência ou ressurreição de Nero formouse na imaginação popular no primeiro século.
Entrementes, a ideia do retorno de Nero começou a tomar forma na imaginação de judeus e cristãos. João para representar o renascimento da política de perseguição escreve Isso, é claro, com uma aplicação ao Anticristo no fim dos tempos.
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